segunda-feira, 16 de novembro de 2009

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Escrever por escrever

Saramago foi longe demais, confesso que ainda não li o seu livro Caim, mas também admito que irei ler somente algumas paginas. Não tenho muita paciência para ler livros de escritores que sabem ganhar bem a vida, tipos de pessoas que sabem vender bem o seu peixe, esses livros a mim não interessam, porque escrever por escrever também poderia escrever um Livro a falar mal da religião, a falar mal de Deus e a falar bem do diabo. Talvez conseguisse vender muito, porque todos acreditamos no Criador mas o chico esperto sabe fazer render o seu peixe, negócio é negocio, burro são aqueles que o compram e dão ao prazer de ler tanto pensamento duvidoso e cheio de incerteza. Lá no fundo ele sabe rezar o pai nosso, mas negocio é negocio e ele tem de fazer para ganhar ainda que a forma como ganhar o seu pão seja desta forma.
Vivem do protagonismo dos seus pensamentos duvidosos, mas vejo que andam por ai uns chicos esperto que conhecem vender bem as suas conviccões, gostaria de aprender tal proeza, como o fazer, tenho pensado seriamente muita gente gosta de comprar e ler, comprar, pois é preciso para por lá no escritorio de casa um livro do premio Nobel para ser chamado de intelectual ou de seja lá o que for, mas fica sempre bem na mobília de escritório.
Enfim, enfim, enfim.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O alerta do Vice do PSD.


O que será que quis dizer que vão ficar desiludidas?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

domingo, 16 de agosto de 2009

Quando é que regressamos todos para Angola?

A pergunta é mais do que a mesma, quando voltas para a terra de vez? Ou melhor já terminou os teus os estudos, o que estais em Portugal a fazer? Regressa lá é que está a dar?
Nos encontros ocasionais com os meus concidadãos o tema da conversa é mais do que o mesmo. Desde camaradas, amigos e familiares a pergunta não demora, entre risos e abraços, lá vem a pergunta quando é que regressas? Essa pergunta, já é uma pergunta de referência nas conversas quotidianas entre os Angolanos na diáspora.

QUANDO É QUE REGRESSAS?


É uma questão fulcral do dia a dia dos angolanos em Portugal, seja em casa, na rua, café, na discoteca e ao telemóvel ouvimos essa questão. A pergunta assumiu uma dimensão em termos comparativos as velhas perguntas que todos fazíamos que era quando é que a guerra termina e quando é que teremos paz. Mas, no actual cenário a questão é saber quando é que os quadros angolanos regressam a Angola. A guerra terminou e a paz veio para ficar, agora a Pátria reclama os seus pertences, que saíram muitos para estudar e agora são verdadeiros doutores.
É verdade a Pátria chama com alvor os filhos da terra, e clama todos os dias, é tempo de fazer as malas, respondendo assim aos apelos da Pátria Angola. Enfrentar a realidade de um País saído da guerra. Mas agora com um potencial enorme e que começa a dar passos positivos na esfera económica.
Regressar ou não regressar eis a questão paradoxal, mas que pesa diariamente a todos os que ainda no resplendor da vida sentem esse apelo, regressar e ganhar dinheiro, regressar e melhorar o que tem de ser melhorado ou regressar e gozar a vida. Regressar e contribuir para o desenvolvimento, regressar para ser respeitado, regressar para ajudar a família ou regressar para morrer na terra num acidente de carro, ou com um paludismo, cólera, ou num assalto, etc.
É fácil dizer volta ou regressa, mas é difícil lá dar protecção. Bem sei, que o País precisa dos seus académicos, engenheiros, doutores, mestres, gestores, economistas, filósofos e estudiosos.
Tudo depende das políticas do governo para o regresso dos quadros. Daquelas políticas que conhecemos são pouco eficazes e até questionáveis do ponto de vista constitucional. Mas no quadro geral os apoios para o regresso dos quadros para Angola já foi melhor, agora está cada um por si, e chegamos lá estamos sempre por conta própria.
Quanto a pergunta de referência é quando regressas de vez? Não há uma resposta concisa porque, também não há uma política definida que responda a essa questão.









terça-feira, 11 de agosto de 2009

Pergunta Machista?A resposta de uma lider feminista.



O machismo em Africa não foi tolerado por Hillary, como nenhuma mulher da sua posição e do seu nível aceitaria. Gostei da sua resposta.
o Machismo em Africa é aterrador porque mulher africana tem pouca representatividade política e logo no Congo.
Hillary Clinton no meu ponto de vista teve uma atitude do Eu feminista, contra o machismo predominante em Africa.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

TEMPO DE ANTENA DO PS

Angola um país sem novidades

Leio várias notícias sobre Angola e nada é novo, basta só ler o título da notícia ou mesmo ler o primeiro parágrafo para ficar logo desanimado, mas não fico nada admirado com algumas situações constrangedoras ou casos insólitos e é sempre desgraças, conflitos, problemas e nada de novo.
Por exemplo, nunca li uma notícia nos sites ou blogues, com esse título Angolano ganha o totoloto, até parece que em Angola ninguém ganha o totoloto. Os jornais angolanos, sites, revistas os temas são sempre os mesmos, nada de novo e nada inovadores.
O Site da ww.Sapo. ao só tem 3 temas em destaque que é NOTICIAS/DESPORTO/ECONOMIA, quando analisamos www.Sapo.pt vemos que tem 5 temas em destaque NOTICIAS/DESPORTO/ECONOMIA/VIDA/LOCAL. Gostaria imenso de perguntar a gerência do Portal Sapo porque desta diferença entre o Portal Sapo Angola e o Portal Sapo Portugal? Ou será que não existe VIDA em Angola? Não aceito que Angola seja vista com o planeta Marte, porque existe vida, existe vida desde o agricultor até ao Doutor existe muita vida. Agora essa ideia de explorar os recursos esquecendo da vida que habita em Angola, eu não aceito essa visão, que já vem dos descobrimentos. Nem o local, Portal da Sapo inclui no www.sapo. ao.
Já pouco ou nada surpreende me em Angola. O que sei é que as notícias são sempre a mesma avalanche e daí não saímos, porque falamos muito em Política, desporto, economia, cultura, festas e nada ou pouco inova, tudo linhas de projectos saturados.
O programa televisivo flash apresentado por Helka Guimarães, vejo os seus vídeos no Youtube já apresentam algumas linhas de ruptura com o tradicional pensamento de um jornalismo limitado. Mas o Flash é um programa de qualidade e gosto muito de ver as suas entrevistas.
Para terminar uma pequena conclusão, Angola não é o planeta Marte, aos seus recursos naturais que alimentam a cobiça dos gentios é um pecado não perceberem o quanto existe de histórias ricas, de pessoas daquela terra, para o mundo aprender com o seu sofrimento e as suas alegrias.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O Slogan! Queres Ser Deputado?

ENTÃO FAZ A TUA FORMAÇÃO NO CDS-PP E DEPOIS SERAS RECRUTADO PARA PSD.
CASO DE SUCESSO DE POLITICOS PAULO RANGEL E MARIA NOGUEIRA PINTO.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Palavras sábias

Longe da realidade, ausente num sonho, embriagado pelas palavras de honestidade, verdade, coerência e vergonha.
Palavras com um sentido profundo, elevam a minha alma, confiança nesta verdade que todos procuramos. Sábias palavras, falar verdade ou política de verdade. Como fui adormecido no embalo do canto da direita.
Tudo uma visão limitada, não sou um santo para falar verdade, mas para além de quereis trabalhar na máquina perfeita, oiço murmúrios, vozes e mais vozes, oiço gritos e mais gritos são aos milhões de lamentos, choros, angústias e o silêncio de dor.
Soluções, é preciso urgentemente lançar a corda no fundo do poço está uma bebé, viverá, será um homem, mas qual o seu futuro? Pois eis ali minha verdade, a vida, sim a vida é o essencial, viver com dignidade, ser cidadão de bem, eis que alguém olha por vós crianças, eis que alguém pensa no futuro, e vida que continue.
Estou furioso quer roubar a oportunidade das crianças. Porque seu infeliz, não censures, lá porque foste na tua mocidade a voz da ditadura, queres dar o teu fado ao futuro, mas afinal o quereis dar ao futuro? Exactamente sonhas com o regresso a maquina perfeita, a tua soberba é repleta de ódio pois quereis rasgar, adiar e suspender o progresso. Devia ter vergonha com essa idade. Sim nasce, brincamos, trabalhamos e depois o repouso. Mas tu quereis voltar a ribalta, eu acordei do sonho e combato, hostes da vanglória, príncipe do regresso e ordem do retrocesso contra vós que sois o adamastor, eu luto, bem sei que as crianças passaram e nada será como dantes.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Uma Nova Reforma em Portugal.

A conta poupança futuro, cujo depósito só pode ser levantado quando a criança completar 18 anos, poderá ser reforçada pela família ao longo dos estudos obrigatórios, sendo que esse reforço beneficiará de um regime fiscal favorável, semelhante ao das contas poupança reforma.
Esta medida tem, de acordo com o PS, quatro «vantagens». «Incentiva a conclusão do ensino obrigatório», porque só aí pode ser mobilizada, «incentiva a criação de hábitos de poupança», «permite que o jovem se possa autonomizar» e é também uma «medida de apoio à natalidade»

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O meu pensamento.



Esto constantemente a ser atraiçoado pelo meu pensamento, e de facto isso irrita me bastante. Basta ver que todas as sextas feiras, o meu pensamento não é o meu melhor conselheiro e digo isso porque não acerto na chave do Euromilhões. Parece que esto a contar uma piada, mas o meu pensamento é bom analisar os números, e penso que de todos em geral. Porque os numeros valem o que valem, e sem os números o nosso raciocinio não tem noção da dimensão da evolução.
Quando leio uma noticia dos dados do INE como por exemplo: Dados do INE sobre o rendimento e as condições de vida dos portugueses, demonstram que desigualdades entre os mais ricos e os mais pobres diminuíram.
O risco de pobreza manteve-se em 2007 nos 18 por cento, mas o INE adiantou que há uma «melhoria no risco de pobreza para os idosos, de 26 por cento em 2006 para um valor de 22 por cento em 2007». Para este resultado contribuíram de forma decisiva o efeito dos apoios sociais do Estado para idosos.O rendimento dos 20 por cento da população com maior riqueza passou de 6,5 para 6,1 vezes superior aos 20 por cento da população com menor rendimento de acordo com dados provisórios do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento realizado em 2008, incidindo sobre rendimentos de 2007. Esta a maior baixa desde que este indicador passou a ser medido em 1995.

Esse números para o meu pensamento são interpretados como indicadores de que o Governo Socialista em Portugal fez um bom trabalho. Para mim os números de indicadores não enganam. O meu pensamento político é de apoio ao Governo Socialista e espero que consigam uma nova maioria absoluta.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Contemporâneos - AFIRMA PEREIRA The Best

Uma grande crítica humorista ao programa de Pacheco Pereira.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Mensagem do Vice-Presidente Associação de Estudantes Angolanos em Portugal.

Caros Dirigentes e Membros da AEA-Portugal,

Boa Tarde

Na qualidade do cargo que exerço de Vice presidente reitero plena confiança no Presidente da AEA -Portugal Edvaldo Fonseca. O motivo desta monção de confiança da minha parte para o Presidente é uma orientação pessoal, vejo que a Direcção Nacional pode e deve fazer melhor pelos estudantes angolanos em Portugal.
É neste sentido que apelo a maior espírito de trabalho por parte de todos os dirigentes e membros.
E porque ao longo deste tempo cultivamos uma amizade, plantamos ideias de mudança, um espírito democrático e todo isso fizemos juntos. Portanto acreditamos que juntos podemos terminar esse mandato com o sentimento do dever cumprido.
E concluiu nesse pequeníssimo pensamento de Barack Obama "É fácil apontar responsáveis e colocar a culpa por esses problemas em outros. Sim, um mapa colonial que fazia pouco sentido gerou conflitos, e o Ocidente tem frequentemente lidado com a África como um patrão, e não como um parceiro”, ele disse.
Mas não são os países colonizadores, continuou, os culpados “pela destruição da economia do Zimbábue na última década” (o país tem o maior índice de inflação do mundo), por “guerras em que crianças são recrutadas como soldados” ou pelas frequentes práticas de corrupção na África. A África não precisa de líderes fortes, mas de instituições sólidas", eu partilho deste pensamento, porque o mundo mudou e com tal YES WE CAN

Grato pela vossa compreensão, sem mais palavras
Marco Prado.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O 112.

A dias questiono-me, viajando entre os meus pensamentos, notei desconhecer o número de telefone das urgências do pronto-socorro de Angola, e se encontrar-se em Luanda ou no Cunene, e necessitar do ser socorrido com os meios adequados, não tenho no meu telemóvel esse número, e também não tenho o número da polícia no meu telemóvel para intervenção da polícia, não sei qual número para aonde terei de ligar.
Afinal digo que sou um intelectual, conhecedor da matéria, e não sei quais os números que um bom cidadão deve ter para qualquer emergência.
Mas afinal serei único, que não sabe qual o número de urgência? Ou será um problema geral, gerado pelo défice de política de publicidade para divulgação. O será que os uso dos telemóveis, faz com que ninguém use as listas telefónicas ou paginas amarelas. Ou será que como o Estado é ablativo, cada um procura suprir as suas necessidades usando outras alternativas de carácter pessoal.
É um pensamento entre muitos que começa a chegar a ponta da língua e ecoará um som de que muitos não irão gostar, porque é inconcebível pensar, que estamos limitados a condição do nosso poder financeiro. Portanto, as respostas as necessidades do bens de primeira necessidade serão dadas pelos privados que vendem hoje em Angola não só um serviço mas vende o melhor serviço e quem vende o melhor impõe um preço que nem todos os bolsos conseguem pagar. E se as clínicas privadas vendem melhor qualidade, e os hospitais públicos limitam se a registar os cadáveres e a tratar o básico.
Mas é preciso falar, debater para amanha ouvirmos mais o som das sirenes das Ambulâncias, e porque quando não ouvimos o som da ambulância, na sua marcha de urgência, então pensamos que de certo outros fazem o serviço que cabe a responsabilidade de Estado.
Mas de certo que existe e de certo que respondem as chamadas de urgência, mas se o trânsito só anda a 80km/h em Luanda, é difícil imaginar o que é prioritário na turbulência do desenvolvimento de Angola.
Mas a sugestão a resposta de tantas dificuldades para calar a boca a tantos críticos reside no facto de desenvolver o conceito de um Estado prestativo e distanciar se completamente de um Estado ablativo.