quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Angola um país sem novidades
Por exemplo, nunca li uma notícia nos sites ou blogues, com esse título Angolano ganha o totoloto, até parece que em Angola ninguém ganha o totoloto. Os jornais angolanos, sites, revistas os temas são sempre os mesmos, nada de novo e nada inovadores.
O Site da ww.Sapo. ao só tem 3 temas em destaque que é NOTICIAS/DESPORTO/ECONOMIA, quando analisamos www.Sapo.pt vemos que tem 5 temas em destaque NOTICIAS/DESPORTO/ECONOMIA/VIDA/LOCAL. Gostaria imenso de perguntar a gerência do Portal Sapo porque desta diferença entre o Portal Sapo Angola e o Portal Sapo Portugal? Ou será que não existe VIDA em Angola? Não aceito que Angola seja vista com o planeta Marte, porque existe vida, existe vida desde o agricultor até ao Doutor existe muita vida. Agora essa ideia de explorar os recursos esquecendo da vida que habita em Angola, eu não aceito essa visão, que já vem dos descobrimentos. Nem o local, Portal da Sapo inclui no www.sapo. ao.
Já pouco ou nada surpreende me em Angola. O que sei é que as notícias são sempre a mesma avalanche e daí não saímos, porque falamos muito em Política, desporto, economia, cultura, festas e nada ou pouco inova, tudo linhas de projectos saturados.
O programa televisivo flash apresentado por Helka Guimarães, vejo os seus vídeos no Youtube já apresentam algumas linhas de ruptura com o tradicional pensamento de um jornalismo limitado. Mas o Flash é um programa de qualidade e gosto muito de ver as suas entrevistas.
Para terminar uma pequena conclusão, Angola não é o planeta Marte, aos seus recursos naturais que alimentam a cobiça dos gentios é um pecado não perceberem o quanto existe de histórias ricas, de pessoas daquela terra, para o mundo aprender com o seu sofrimento e as suas alegrias.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Com o dinheiro não se brinca...Cenas da banda.
Sobre este processo há um manto de silêncio. Várias fontes judiciais contactadas pelo DN alegaram sempre tratar-se de um "assunto sensível" para não prestar qualquer informação. A própria Procuradoria-Geral da República, questionada sobre a existência da queixa, nem a confirmou directamente, dizendo apenas: "Por ora, não há informações a prestar." Porém, ao que o DN apurou, a queixa foi encaminha para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), estrutura do MP vocacionada para a investigação da criminalidade mais complexa (ver caixa). Contactada na semana passada, a embaixada de Angola, através do conselheiro para a imprensa, Estêvão Alberto, disse ao DN que não havia declarações a fazer sobre o caso.
De acordo com alguns testemunhos recolhidos pelo DN, sob anonimato, o dinheiro em causa seria movimentado em Portugal por um advogado e um militar na reserva, actualmente empresário. Fontes conhecedoras do caso adiantaram que ambos representariam interesses particulares. Há mesmo quem admita que eram "testas-de- -ferro" de interesses ligados directamente ao presidente angolano, José Eduardo dos Santos. "Mas, nestas coisas, não há procurações, tudo passa por acordo de cavalheiros", disse uma das fontes que, sob anonimato, acederam a falar com o DN. Até porque os 380 milhões de dólares que agora estão em causa podem ser apenas uma parte das verbas que chegaram a Portugal para serem aplicadas em vários negócios. O montante total terá atingido os 700 milhões de dólares, os quais terão chegado a Portugal transferidos de contas na Suíça.
O estado angolano, actualmente representado pelo advogado José Ramada Curto, que não quis prestar declarações, reclama a posse da verba. E terá mesmo acusado o advogado e o empresário portugueses de movimentarem o dinheiro à revelia das orientações dadas. Ramada Curto é já o terceiro advogado a defender a parte angolana. Além deste e de António Vitorino, os interesses angolanos no processo chegaram ainda a ser representados por Leonel Gaspar, o mesmo advogado que defende José Oliveira Costa, antigo presidente do BPN, que se encontra preso preventivamente.
domingo, 14 de junho de 2009
Fomos Enganados mais uma Vez... Angolanos, angolanos. Juculo messo
Galp controla cabo-verdiana Enacol e abre 'guerra' com Sonangol
Empresa angolana não terá gostado do facto de o reforço de capital ter sido envolto em secretismo.
A Galp tornou-se a maior accionista da Empresa Nacional de Combustíveis (Enacol) de Cabo Verde, decisão que está a criar polémica, sobretudo pela "insatisfação" da Sonangol (Angolana), refere o Negócios online, citando a imprensa cabo-verdiana.
A decisão foi tomada em fins de Abril numa assembleia-geral da Enacol, mas mantida em secretismo - só agora foi revelado publicamente que a Galp subiu a sua participação de 33,2% para 45,03%, enquanto a Sonangol passou dos 33,2% para 38,13%.
O jornal A Semana, num artigo intitulado "Galp assume controlo da Enacol, Sonangol fala em golpe", escreve que o descontentamento da parte angolana foi manifestado na própria assembleia-geral, onde foi aprovado também o aumento de administradores, três são destacados pela empresa portuguesa, um pela angolana e um pela parte cabo-verdiana.
Segundo o jornal, a "atitude" da Galp "desagradou" à Sonangol, uma vez que a empresa angolana e portuguesa têm um acordo para os assuntos mais importantes, como a eleição de novos administradores. Logo após a nomeação, acrescenta, a Sonangol manifestou, em plena assembleia-geral, que a Galp "não cumpriu", razão pela qual "vai ver o que se pode fazer para reverter a situação"

