segunda-feira, 6 de julho de 2009

sábado, 4 de julho de 2009

Cheque de 5mil euros faz confusão aos comunistas

Portuguese Communist PartyImage via Wikipedia

Um pequeno patrocínio vindo da EDP irrita os comunista em Portugal, um valor pequeno de 5mil euros, que o Ministro da Economia Manuel Pinho comovido pelo caso das minas de Aljustrel foi a ponte para o clube conseguir o patrocínio.
A situação da empresa era de falência e os postos de trabalho em causa, com a intervenção do ministro a empresa sai da falência, como o clube ao bom jeito português consegui apelar ao ministro a conseguir um patrocínio.
Caso de aproveitamento Político:
O BE chegou a pensar que o gesto de Pinho era dirigido aos seus deputados, o que levou Francisco Louçã a exigir explicações imediatas ao Governo e, na SIC, a pedir justificações. Depois, em privado, Pinho pediu-lhe desculpa. Gerou-se um equívoco, e nos corredores do Parlamento houve quem acusasse o BE de 'aproveitamento político'.

Mas o caso foi explicado pelo presidente do Clube:
"Não houve entrega de qualquer cheque de Manuel Pinho no valor de cinco mil euros. A única coisa que nos prometeu foi arranjar um patrocinador, e cumpriu fazendo a ponte entre o clube e a EDP. A empresa atribuiu depois essa verba em equipamentos desportivos." A explicação sobre o patrocínio ao Clube Aljustrelense, que motivou a acesa discussão no Parlamento e levou o ex-ministro da Economia a dirigir um gesto insultuoso ao deputado Bernardino Soares (PCP), foi ontem prestada pelo presidente do clube, Hélder Vairinhos.
A miséria de discutir valores pequenos por parte do partido comunista, na AR é vergonhoso para País, por apenas 5mil euros levantaram as maiores falsidades. A oposição acusa dizendo que não há lá nenhum trabalhadores, mas pergunto a empresa faliu, porque se a empresa não faliu como funciona sem trabalhadores. Ou melhor como pode essa empresa funcionar sem mineiros.





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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Associação de Estudantes Angolanos em Portugal - Conferência


A Conferência do Ano na diáspora para a comunidade Angola residente em Portugal, com o Tema o "O papel dos Quadros Angolanos no desenvolvimento sustentável em Angola".
Está confirmada a presença de ilustres personalidades do Governo Angolano e ainda estão confirmados professores doutores do maior prestígio e consideração.
Fonte oficial da comissão organizadora Simão Filipe Associação de Estudantes Angolanos em Portugal confirma a realização da Associação.
Participe no dia 11 de Julho de 2009 no auditório da Faculdade de Direito de Direito.


quarta-feira, 1 de julho de 2009

Angola reclama 380 milhões depositados em Portugal

A que ponto chegamos, perdemos o leme do barco, já não obedecem as orientações dadas. De quem são cerca de 380 milhões de dólares depositados num banco português? Do estado angolano ou de personalidades daquele país? Esta é uma das dúvidas que o Ministério Público vai ter de descortinar, na sequência de uma queixa-crime apresentada pelo Banco Nacional de Angola, que reclama a posse daquela verba.
A verba de quem é? Essa sentença quando for lida sobre esse processo, entenderei afinal do que se trata, não irei especular sobre uma matéria sensível. Cabe as autoridades investigarem só então irei pronunciar sobre a matéria de facto. Com o zelo e rigor que a minha opinião é formalizada.

Com o dinheiro não se brinca...Cenas da banda.

De quem são cerca de 380 milhões de dólares depositados num banco português? Do estado angolano ou de personalidades daquele país? Esta é uma das dúvidas que o Ministério Público vai ter de descortinar, na sequência de uma queixa-crime apresentada pelo Banco Nacional de Angola, que reclama a posse daquela verba. A queixa, segundo soube o DN, foi apresentada no final do ano passado. António Vitorino - que vai coordenar o programa eleitoral do PS - chegou a representar a parte angolana no processo. "Não falo sobre casos e clientes", declarou ao DN.
Sobre este processo há um manto de silêncio. Várias fontes judiciais contactadas pelo DN alegaram sempre tratar-se de um "assunto sensível" para não prestar qualquer informação. A própria Procuradoria-Geral da República, questionada sobre a existência da queixa, nem a confirmou directamente, dizendo apenas: "Por ora, não há informações a prestar." Porém, ao que o DN apurou, a queixa foi encaminha para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), estrutura do MP vocacionada para a investigação da criminalidade mais complexa (ver caixa). Contactada na semana passada, a embaixada de Angola, através do conselheiro para a imprensa, Estêvão Alberto, disse ao DN que não havia declarações a fazer sobre o caso.
De acordo com alguns testemunhos recolhidos pelo DN, sob anonimato, o dinheiro em causa seria movimentado em Portugal por um advogado e um militar na reserva, actualmente empresário. Fontes conhecedoras do caso adiantaram que ambos representariam interesses particulares. Há mesmo quem admita que eram "testas-de- -ferro" de interesses ligados directamente ao presidente angolano, José Eduardo dos Santos. "Mas, nestas coisas, não há procurações, tudo passa por acordo de cavalheiros", disse uma das fontes que, sob anonimato, acederam a falar com o DN. Até porque os 380 milhões de dólares que agora estão em causa podem ser apenas uma parte das verbas que chegaram a Portugal para serem aplicadas em vários negócios. O montante total terá atingido os 700 milhões de dólares, os quais terão chegado a Portugal transferidos de contas na Suíça.
O estado angolano, actualmente representado pelo advogado José Ramada Curto, que não quis prestar declarações, reclama a posse da verba. E terá mesmo acusado o advogado e o empresário portugueses de movimentarem o dinheiro à revelia das orientações dadas. Ramada Curto é já o terceiro advogado a defender a parte angolana. Além deste e de António Vitorino, os interesses angolanos no processo chegaram ainda a ser representados por Leonel Gaspar, o mesmo advogado que defende José Oliveira Costa, antigo presidente do BPN, que se encontra preso preventivamente.