segunda-feira, 27 de julho de 2009

O meu pensamento.



Esto constantemente a ser atraiçoado pelo meu pensamento, e de facto isso irrita me bastante. Basta ver que todas as sextas feiras, o meu pensamento não é o meu melhor conselheiro e digo isso porque não acerto na chave do Euromilhões. Parece que esto a contar uma piada, mas o meu pensamento é bom analisar os números, e penso que de todos em geral. Porque os numeros valem o que valem, e sem os números o nosso raciocinio não tem noção da dimensão da evolução.
Quando leio uma noticia dos dados do INE como por exemplo: Dados do INE sobre o rendimento e as condições de vida dos portugueses, demonstram que desigualdades entre os mais ricos e os mais pobres diminuíram.
O risco de pobreza manteve-se em 2007 nos 18 por cento, mas o INE adiantou que há uma «melhoria no risco de pobreza para os idosos, de 26 por cento em 2006 para um valor de 22 por cento em 2007». Para este resultado contribuíram de forma decisiva o efeito dos apoios sociais do Estado para idosos.O rendimento dos 20 por cento da população com maior riqueza passou de 6,5 para 6,1 vezes superior aos 20 por cento da população com menor rendimento de acordo com dados provisórios do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento realizado em 2008, incidindo sobre rendimentos de 2007. Esta a maior baixa desde que este indicador passou a ser medido em 1995.

Esse números para o meu pensamento são interpretados como indicadores de que o Governo Socialista em Portugal fez um bom trabalho. Para mim os números de indicadores não enganam. O meu pensamento político é de apoio ao Governo Socialista e espero que consigam uma nova maioria absoluta.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Contemporâneos - AFIRMA PEREIRA The Best

Uma grande crítica humorista ao programa de Pacheco Pereira.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Mensagem do Vice-Presidente Associação de Estudantes Angolanos em Portugal.

Caros Dirigentes e Membros da AEA-Portugal,

Boa Tarde

Na qualidade do cargo que exerço de Vice presidente reitero plena confiança no Presidente da AEA -Portugal Edvaldo Fonseca. O motivo desta monção de confiança da minha parte para o Presidente é uma orientação pessoal, vejo que a Direcção Nacional pode e deve fazer melhor pelos estudantes angolanos em Portugal.
É neste sentido que apelo a maior espírito de trabalho por parte de todos os dirigentes e membros.
E porque ao longo deste tempo cultivamos uma amizade, plantamos ideias de mudança, um espírito democrático e todo isso fizemos juntos. Portanto acreditamos que juntos podemos terminar esse mandato com o sentimento do dever cumprido.
E concluiu nesse pequeníssimo pensamento de Barack Obama "É fácil apontar responsáveis e colocar a culpa por esses problemas em outros. Sim, um mapa colonial que fazia pouco sentido gerou conflitos, e o Ocidente tem frequentemente lidado com a África como um patrão, e não como um parceiro”, ele disse.
Mas não são os países colonizadores, continuou, os culpados “pela destruição da economia do Zimbábue na última década” (o país tem o maior índice de inflação do mundo), por “guerras em que crianças são recrutadas como soldados” ou pelas frequentes práticas de corrupção na África. A África não precisa de líderes fortes, mas de instituições sólidas", eu partilho deste pensamento, porque o mundo mudou e com tal YES WE CAN

Grato pela vossa compreensão, sem mais palavras
Marco Prado.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O 112.

A dias questiono-me, viajando entre os meus pensamentos, notei desconhecer o número de telefone das urgências do pronto-socorro de Angola, e se encontrar-se em Luanda ou no Cunene, e necessitar do ser socorrido com os meios adequados, não tenho no meu telemóvel esse número, e também não tenho o número da polícia no meu telemóvel para intervenção da polícia, não sei qual número para aonde terei de ligar.
Afinal digo que sou um intelectual, conhecedor da matéria, e não sei quais os números que um bom cidadão deve ter para qualquer emergência.
Mas afinal serei único, que não sabe qual o número de urgência? Ou será um problema geral, gerado pelo défice de política de publicidade para divulgação. O será que os uso dos telemóveis, faz com que ninguém use as listas telefónicas ou paginas amarelas. Ou será que como o Estado é ablativo, cada um procura suprir as suas necessidades usando outras alternativas de carácter pessoal.
É um pensamento entre muitos que começa a chegar a ponta da língua e ecoará um som de que muitos não irão gostar, porque é inconcebível pensar, que estamos limitados a condição do nosso poder financeiro. Portanto, as respostas as necessidades do bens de primeira necessidade serão dadas pelos privados que vendem hoje em Angola não só um serviço mas vende o melhor serviço e quem vende o melhor impõe um preço que nem todos os bolsos conseguem pagar. E se as clínicas privadas vendem melhor qualidade, e os hospitais públicos limitam se a registar os cadáveres e a tratar o básico.
Mas é preciso falar, debater para amanha ouvirmos mais o som das sirenes das Ambulâncias, e porque quando não ouvimos o som da ambulância, na sua marcha de urgência, então pensamos que de certo outros fazem o serviço que cabe a responsabilidade de Estado.
Mas de certo que existe e de certo que respondem as chamadas de urgência, mas se o trânsito só anda a 80km/h em Luanda, é difícil imaginar o que é prioritário na turbulência do desenvolvimento de Angola.
Mas a sugestão a resposta de tantas dificuldades para calar a boca a tantos críticos reside no facto de desenvolver o conceito de um Estado prestativo e distanciar se completamente de um Estado ablativo.